João Havelange - A Diplomacia Cidadã em ação - Integração Social e Cooperação entre os Povos através do Desporto

A ação de João Havelange no Brasil e no mundo neste quase meio século liderando a transformação do futebol num veículo formidável para unir os povos, promover a auto-estima e a inclusão social, e ainda mais, para combater o racismo, é para o Instituto ComÁfrica um exemplo de diplomacia cidadã.

Em encontro com o Instituto Comáfrica no Rio de Janeiro em 13 de setembro de 2007, o Dr. João Havelange, hoje Presidente de Honra da FIFA, relembrou aspectos da solidariedade entre brasileiros e africanos que passam pela história do futebol e ressaltou perspectivas futuras do desporte na união dos povos:

O futebol individualmente faz o jovem aprender a ser correto, leal, respeitador e lhe faz conhecer a importância do "Fair Play". Esse modo de agir foi uma das facetas do trabalho da FIFA, por suas Comissões, em todo o Continente Africano, favorecendo uma juventude carente que hoje demonstra, com sua dedicação e esforço, a sua grandeza e respeitabilidade.
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Dentro de mais alguns anos, estaremos assistindo na África do Sul, a realização da I Copa do Mundo em Continente Africano, que será um marco, um exemplo e um valor de trabalho, de organização e de dignidade...
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Estamos certos de que o mundo inteiro desportivo aplaudirá de pé essa competição pois para ela prevemos um grande sucesso.
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....só tenho um pensamento e um desejo – é o de poder assistir, para meu orgulho e felicidade, a Copa do Mundo na África do Sul, em 2010, que será um marco triunfal para o futebol mundial.

- Presidente de Honra da FIFA

ComAfrica.org considera a realização da Copa do Mundo em 2010 na África do Sul, como a oportunidade para ampliação do conhecimento entre os povos do Brasil e da África e sua aproximação. Como brasileiros (as) e africanos (as) que vivem ou viveram no Brasil, orgulhamo-nos do papel que o ilustre brasileiro João Havelange, como Presidente da FIFA, desempenhou para a eliminação do Apartheid nos campos de futebol.


O Instituto ComÁfrica, antigo Comitê Brasileiro de Solidariedade aos Povos da África do Sul e Namíbia – COMÁFRICA, fundado em 22.08.1985, agora presente na rede mundial Internet, dá continuidade à ponte entre pesquisa acadêmica e a efetivação da política externa como política pública pela sociedade civil no Brasil.
Continuando a vincular a pesquisa acadêmica à implementação da política externa como política pública, comAfrica.org traz na Área de Relações Internacionais do seu sítio a sua Memória Social que é eminentemente vinculada às relações internacionais da sociedade civil onde lançou raízes para o desenvolvimento da diplomacia cidadã, ou seja, da política externa “dos debaixo” e para a promoção da Cooperação Sul-Sul focada na sociedade civil.
O incremento das relações entre o Brasil e a África assim como o desenvolvimento na segunda metade do Século XX de movimentos negros contra o racismo no Brasil e de movimentos anti-racistas em escala mundial não pode deixar de considerar o papel que nisto teve a luta antiapartheid. No tocante ao Brasil a Memória Comáfrica / Comafrica Archives resgata fontes históricas alternativas para um período que vai desde meados da década de 1940 até 1994.

A Diplomacia Cidadã - Século XX

João Havelange,então Presidente da FIFA e seu Secretário Geral Sepp Blatter, com Nelson Mandela,líder do African National Congress, após sua libertação em 1990, e, Sam Ramsamy, então Presidente do Comitê Olímpico Não-Racial Sul-Africano.

A Diplomacia Cidadã - Século XXI

Da esq. para a direita: César A Braga (Instituto João Havelange); Prof. Antonio Carlos Ferrão, ComÁfrica (Membro do Conselho Consultivo); Dr. João Havelange, Presidente de Honra da FIFA, Dra. Jennifer Dunjwa Blajberg, ComÁfrica (Africanista,Presidente); Dr. Salomon Blajberg, ComÁfrica (Cientista Político, Diretor).
Africanística, Estudos Africanos, Estudos Afro-Brasileiros, eurocentrismo, afrocentrismo? Uni-, multi, inter ou transdisciplinaridade?
Patrick Bond, economista e professor baseado em Durban, África do Sul, desvenda os postulantes da economia da exploração que constitui a pilhagem na África neste século XXI, abre uma perspectiva otimista sobre os atuais movimentos sociais na África.
Deve a História da África ser inserida no estudo da História do Brasil e da História Geral através de conteúdos que enriqueçam o conhecimento sobre a participação africana na formação do Brasil e no desenvolvimento humano como um todo? ()SIM () NÃO
A cultura, a arte e a criatividade africanas ao acompanhar a saga dos africanos e africanas fora da África impregnam as artes plásticas, o artesanato, o cinema, teatro e demais artes cênicas, o design, a literatura e tradições orais, a moda, a música, e até o software.
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